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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
DIA DO CLIENTE
"Basicamente existem dois momentos em que você pode causar uma boa impressão em seu cliente: antes e depois da venda."
“Alô, Dona Ivania? Aqui é a Rosangela das Lojas Renner e gostaria de informar que estamos a presenteando com um par de convites para o Musical Thriller Live porque a senhora está entre os nossos clientes especiais.”
Acredite, a cena acima não foi um trote. Foi uma ação de relacionamento que a marca desenvolveu para surpreender alguns dos seus melhores clientes. Sem fazer alarde, a empresa ligou para os premiados avisando que eles tinham sido escolhidos para assistir ao espetáculo de graça.
A ação não levou o consumidor até a porta da loja, mas, com certeza, resultou em clientes mais felizes e satisfeitos. Isto sem falar no marketing boca a boca, como posts “gratuitos” de agradecimento no Facebook.
Segundo uma pesquisa realizada pela ClickFox, 42% dos clientes que são surpreendidos positivamente por uma loja online contam sobre a experiência para familiares e amigos.
Até aí, nada surpreendente. Afinal, quem não gosta de mimos e de se sentir especial? Você também pode colocar esse tipo de ação em prática – e o melhor, sem desembolsar uma fortuna. Veja algumas ideias:
• Presenteie seus melhores clientes
Você não precisa dar ingressos para um espetáculo caro, como a Renner, se sua verba não permitir. Pequenos mimos, como amostras grátis acompanhando uma encomenda, já deixarão seu cliente feliz.
• Ofereça cupons de desconto
O site de compras coletivas Peixe Urbano costuma enviar e-mails aos seus clientes, sem motivos específicos ou datas especiais, com códigos promocionais que dão descontos para compras no site. Além de deixar o cliente feliz, este tipo de ação pode estimula-lo a fazer uma compra que ele não estava programando.
• Personalize tudo que for possível
Desde e-mail marketing com o nome do cliente até o pacote de envio, deixe claro que o cliente não é apenas mais um número. Use nome e sobrenome e leve em consideração sexo, idade e suas preferências quando for, por exemplo, mandar um e-mail de agradecimento pela compra, sugerindo outros produtos de sua loja.
• Ofereça uma prévia de lançamentos ou “test drive” de produtos
Antes de lançar novidades no mercado, selecione uma fatia dos seus clientes – os mais assíduos, por exemplo – e os convide a conhecer antes. Vale desde uma amostra enviada pelo correio até um coquetel de lançamento para clientes VIPs.
Entregue no mesmo dia
Ok. Seu prazo de entrega é até cinco dias úteis. Mas se você pode fazê-lo no mesmo dia, sem acarretar em despesas extras para sua empresa, por que não? O cliente vai ficar incrivelmente feliz em receber à tarde uma compra que ele realizou pela manhã do mesmo dia.
• Envie um cartão de agradecimento feito à mão
Coloque junto com a encomenda um bilhetinho simpático agradecendo pela escolha de sua loja. Escreva a mão. Isto humaniza o processo e o aproxima mais do cliente. Você pode ir além e “esconder” este bilhetinho no produto. Se for uma calça, por exemplo, coloque no bolso.
• Vale-presente no aniversário do cliente
Todo mundo adora ganhar presentes no aniversário. Se ele vier de uma loja que gostamos, melhor ainda! Aproveite a data para enviar um vale-compras para o cliente e faze-lo se sentir lembrado. Provavelmente ele irá gastar mais do que o bônus oferecido na sua loja.
• Capriche na embalagem
Imagine que seu cliente está esperando receber pelo correio aquela tradicional caixa de papelão com plástico-bolha. Mas, para sua surpresa, ele recebe uma caixa decorada com um lindo laço e seu produto cuidadosamente embalado.
Por que não fazer isto em algumas encomendas? Coloque um pouco de amor e dedique um tempinho para o embrulho. Se for possível, coloque até aroma na embalagem (claro, se o seu produto permitir que você faça isso sem danificá-lo).
O cliente vai ficar tão surpreso que vai até esquecer que fez uma compra e vai ficar com a sensação de que está recebendo um presente.
A partir da venda, seu cliente passa a depender de você em aspectos como: prazo de entrega, pagamento, garantia, atendimento, renovação/revenda etc. Causar uma boa experiência é essencial para o sucesso de qualquer negócio, pois é assim que você garante que o seu cliente não só retornará, como também te recomendará para seus contatos.
“Alô, Dona Ivania? Aqui é a Rosangela das Lojas Renner e gostaria de informar que estamos a presenteando com um par de convites para o Musical Thriller Live porque a senhora está entre os nossos clientes especiais.”
Acredite, a cena acima não foi um trote. Foi uma ação de relacionamento que a marca desenvolveu para surpreender alguns dos seus melhores clientes. Sem fazer alarde, a empresa ligou para os premiados avisando que eles tinham sido escolhidos para assistir ao espetáculo de graça.
A ação não levou o consumidor até a porta da loja, mas, com certeza, resultou em clientes mais felizes e satisfeitos. Isto sem falar no marketing boca a boca, como posts “gratuitos” de agradecimento no Facebook.
Segundo uma pesquisa realizada pela ClickFox, 42% dos clientes que são surpreendidos positivamente por uma loja online contam sobre a experiência para familiares e amigos.
Até aí, nada surpreendente. Afinal, quem não gosta de mimos e de se sentir especial? Você também pode colocar esse tipo de ação em prática – e o melhor, sem desembolsar uma fortuna. Veja algumas ideias:
• Presenteie seus melhores clientes
Você não precisa dar ingressos para um espetáculo caro, como a Renner, se sua verba não permitir. Pequenos mimos, como amostras grátis acompanhando uma encomenda, já deixarão seu cliente feliz.
• Ofereça cupons de desconto
O site de compras coletivas Peixe Urbano costuma enviar e-mails aos seus clientes, sem motivos específicos ou datas especiais, com códigos promocionais que dão descontos para compras no site. Além de deixar o cliente feliz, este tipo de ação pode estimula-lo a fazer uma compra que ele não estava programando.
• Personalize tudo que for possível
Desde e-mail marketing com o nome do cliente até o pacote de envio, deixe claro que o cliente não é apenas mais um número. Use nome e sobrenome e leve em consideração sexo, idade e suas preferências quando for, por exemplo, mandar um e-mail de agradecimento pela compra, sugerindo outros produtos de sua loja.
• Ofereça uma prévia de lançamentos ou “test drive” de produtos
Antes de lançar novidades no mercado, selecione uma fatia dos seus clientes – os mais assíduos, por exemplo – e os convide a conhecer antes. Vale desde uma amostra enviada pelo correio até um coquetel de lançamento para clientes VIPs.
Entregue no mesmo dia
Ok. Seu prazo de entrega é até cinco dias úteis. Mas se você pode fazê-lo no mesmo dia, sem acarretar em despesas extras para sua empresa, por que não? O cliente vai ficar incrivelmente feliz em receber à tarde uma compra que ele realizou pela manhã do mesmo dia.
• Envie um cartão de agradecimento feito à mão
Coloque junto com a encomenda um bilhetinho simpático agradecendo pela escolha de sua loja. Escreva a mão. Isto humaniza o processo e o aproxima mais do cliente. Você pode ir além e “esconder” este bilhetinho no produto. Se for uma calça, por exemplo, coloque no bolso.
• Vale-presente no aniversário do cliente
Todo mundo adora ganhar presentes no aniversário. Se ele vier de uma loja que gostamos, melhor ainda! Aproveite a data para enviar um vale-compras para o cliente e faze-lo se sentir lembrado. Provavelmente ele irá gastar mais do que o bônus oferecido na sua loja.
• Capriche na embalagem
Imagine que seu cliente está esperando receber pelo correio aquela tradicional caixa de papelão com plástico-bolha. Mas, para sua surpresa, ele recebe uma caixa decorada com um lindo laço e seu produto cuidadosamente embalado.
Por que não fazer isto em algumas encomendas? Coloque um pouco de amor e dedique um tempinho para o embrulho. Se for possível, coloque até aroma na embalagem (claro, se o seu produto permitir que você faça isso sem danificá-lo).
O cliente vai ficar tão surpreso que vai até esquecer que fez uma compra e vai ficar com a sensação de que está recebendo um presente.
A partir da venda, seu cliente passa a depender de você em aspectos como: prazo de entrega, pagamento, garantia, atendimento, renovação/revenda etc. Causar uma boa experiência é essencial para o sucesso de qualquer negócio, pois é assim que você garante que o seu cliente não só retornará, como também te recomendará para seus contatos.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
7 DICAS PARA VOCÊ SE TORNAR UM MILIONÁRIO EM APENAS 1 ANO
"Confira lições de empreendedores que conquistaram esse feito em 365 dias ou menos."
Ganhar o primeiro milhão é um sonho de muita gente. O valor não é gigante, vale dizer. Não é o suficiente, por exemplo, para que alguém pare de trabalhar. No entanto, conquistar esse montante faz com que o detentor desse montante conquiste uma marca muito importante. Tornar-se um milionário é um degrau importante rumo a voos mais altos.
Alguns empreendedores, aliás, conquistaram seu primeiro milhão em um prazo relativamente curto: um ano. Uma reportagem publicada no site da revista "Inc." compilou o depoimento de pessoas que atingiram essa meta em 365 dias. Ou até menos. No texto, elas listaram os fatores que foram cruciais para chegar a esse resultado:
1. Ame seus clientes
Por Tim Nguyen, cofundador da BeSmartee
"Todas as suas ações devem estar focadas nos seus clientes. Ao pensar em qualquer coisa na sua empresa, pense no impacto que tal mudança traria aos consumidores. Não se preocupe tanto com as vendas e definitivamente não foque no dinheiro. Concentre-se nos clientes."
2. Faça bons contatos
Por Margot Micallef, fundadora da Gabriella's Kitchen
"Uma boa e sólida fundação inclui uma rede de contatos, bem como amizades com investidores. Todas as situações que me trouxeram um grande retorno tiveram origem em uma relação construída anos antes."
3. Tenha valores. E paixão
Por Steve Starr, da StarrDesign
"Sua empresa tem que ter personalidade. Tem que ter processos e relações com clientes e funcionários que sejam únicos. Em qualquer negócio, é essencial definir o que inspira você e seus colaboradores e jamais se afastar desses valores. Também é importante ter paixão. E apegar-se a ela é vital para o sucesso."
4. Aperfeiçoe seu produto
Por Simon Slade, CEO da Affilorama
"Meu melhor conselho para quem quer se tornar um milionário é criar um produto incrível e continuar aperfeiçoando-o sempre. Também acredito que é importante usar uma métrica – apenas uma – para ver seu avanço. Faça o possível e o impossível para crescer, pelo menos de acordo com o critério que você escolheu."
5. Saiba lidar com pessoas
Por Ted Leonhardt, especialista em gestão
"Para conseguir me tornar um milionário em um ano, eu priorizei o entendimento das minhas relações com todas as pessoas que eram, direta ou indiretamente, ligadas à minha empresa, como funcionários, clientes e fornecedores. Entenda todas as preocupações de todos eles e proponha soluções para acabar com essas aflições. Assim, seu caminho ficará mais fácil."
6. Trabalhe forte no começo
Por Heidi Burkhart, presidente do Dane Professional Consulting Group
"Aos 21 anos, entrei no mercado imobiliário. Nos meus primeiros anos, trabalhei à exaustão, trabalhando 24 horas por dia e economizando o máximo que podia. Depois disso, as coisas foram melhorando. E, eventualmente, alcancei uma saúde financeira e consegui ganhar um bom dinheiro. Credito tudo isso ao esforço do começo da minha empreitada."
7. Não se preocupe tanto
Por Zach Halmstad, cofundador da JAMF Software
"Meu conselho é que você foque no que você quer ser e não pense no que pode dar errado no meio do caminho. Quase todos os prognósticos catastróficos que temos nunca acontecem. Não se preocupe tanto."
Fonte: revistapegn.globo.com
Ganhar o primeiro milhão é um sonho de muita gente. O valor não é gigante, vale dizer. Não é o suficiente, por exemplo, para que alguém pare de trabalhar. No entanto, conquistar esse montante faz com que o detentor desse montante conquiste uma marca muito importante. Tornar-se um milionário é um degrau importante rumo a voos mais altos.
Alguns empreendedores, aliás, conquistaram seu primeiro milhão em um prazo relativamente curto: um ano. Uma reportagem publicada no site da revista "Inc." compilou o depoimento de pessoas que atingiram essa meta em 365 dias. Ou até menos. No texto, elas listaram os fatores que foram cruciais para chegar a esse resultado:
1. Ame seus clientes
Por Tim Nguyen, cofundador da BeSmartee
"Todas as suas ações devem estar focadas nos seus clientes. Ao pensar em qualquer coisa na sua empresa, pense no impacto que tal mudança traria aos consumidores. Não se preocupe tanto com as vendas e definitivamente não foque no dinheiro. Concentre-se nos clientes."
2. Faça bons contatos
Por Margot Micallef, fundadora da Gabriella's Kitchen
"Uma boa e sólida fundação inclui uma rede de contatos, bem como amizades com investidores. Todas as situações que me trouxeram um grande retorno tiveram origem em uma relação construída anos antes."
3. Tenha valores. E paixão
Por Steve Starr, da StarrDesign
"Sua empresa tem que ter personalidade. Tem que ter processos e relações com clientes e funcionários que sejam únicos. Em qualquer negócio, é essencial definir o que inspira você e seus colaboradores e jamais se afastar desses valores. Também é importante ter paixão. E apegar-se a ela é vital para o sucesso."
4. Aperfeiçoe seu produto
Por Simon Slade, CEO da Affilorama
"Meu melhor conselho para quem quer se tornar um milionário é criar um produto incrível e continuar aperfeiçoando-o sempre. Também acredito que é importante usar uma métrica – apenas uma – para ver seu avanço. Faça o possível e o impossível para crescer, pelo menos de acordo com o critério que você escolheu."
5. Saiba lidar com pessoas
Por Ted Leonhardt, especialista em gestão
"Para conseguir me tornar um milionário em um ano, eu priorizei o entendimento das minhas relações com todas as pessoas que eram, direta ou indiretamente, ligadas à minha empresa, como funcionários, clientes e fornecedores. Entenda todas as preocupações de todos eles e proponha soluções para acabar com essas aflições. Assim, seu caminho ficará mais fácil."
6. Trabalhe forte no começo
Por Heidi Burkhart, presidente do Dane Professional Consulting Group
"Aos 21 anos, entrei no mercado imobiliário. Nos meus primeiros anos, trabalhei à exaustão, trabalhando 24 horas por dia e economizando o máximo que podia. Depois disso, as coisas foram melhorando. E, eventualmente, alcancei uma saúde financeira e consegui ganhar um bom dinheiro. Credito tudo isso ao esforço do começo da minha empreitada."
7. Não se preocupe tanto
Por Zach Halmstad, cofundador da JAMF Software
"Meu conselho é que você foque no que você quer ser e não pense no que pode dar errado no meio do caminho. Quase todos os prognósticos catastróficos que temos nunca acontecem. Não se preocupe tanto."
Fonte: revistapegn.globo.com
quinta-feira, 16 de julho de 2015
12 COISAS QUE O HOME OFFICE ENSINA
"O empreendedor que trabalha em casa tem mais tempo livre, mas precisa se programar para fazer as tarefas no prazo."
Em 2003 eu vim trabalhar em casa. Comecei como freelancer, mais tarde abri uma agência de publicidade e hoje sou um fanático evangelizador do home office. Nestes anos todos aprendi muita coisa. Em livros e sites gringos. Em depoimentos de outros home officers. Mas principalmente vivendo na prática e testando o que funciona e o que não dá certo no escritório em casa. Estas são as 12 coisas mais importantes (ou pelo menos mais interessantes) que aprendi nestes 12 anos de home office.
1. Sobra tempo
Com menos interrupções, reuniões trânsito, o trabalho rende mais no home office. Muito mais. Consigo terminar em algumas horas o que levava um dia inteiro (e o início da noite) para fazer na agência onde eu trabalhava. Estas horas que sobram, uso para trabalhar mais (e ganhar mais dinheiro) ou para lazer. É tudo de bom.
2. Empreender é andar na montanha-russa. Então divirta-se!
As fases de trabalho intenso são estafantes. E quando a pauta de trabalhos está vazia é desesperador. Por mais que a gente se planeje, prospecte, feche contratos, estabeleça metas, um mês sempre vai ser diferente do outro. Alguns serão muito produtivos, outros nem tanto. Mas isso faz parte de empreender, seja em casa ou fora dela. A verdade é que a gente nunca se acostuma com os altos e baixos. Sempre vai ter um pouco de emoção, angústia, ansiedade, euforia, alegria, adrenalina. Relaxe e aproveite o passeio.
3. O home office é um paraíso. Mas saia dele de vez em quando
Acorda, toma café, trabalha, almoça, trabalha, janta, trabalha de novo e dorme. O dia todo sem sair de casa nem ver outra alma viva. Isso é um perigo. Isso enlouquece o cara. Isso faz muita gente desistir do home office. Por isso, é importante sair de casa pelo menos uma vez por dia. Tão importante que tem que colocar na agenda. Almoço com amigos, academia, passear com o cachorro, tomar um ar fresco. O home office é o paraíso. Mas mesmo o paraíso, sem ninguém para conversar, acaba virando um inferno.
4. Algumas “coisas” ajudam muito
A gente não precisa de muita coisa pra começar a trabalhar em casa. Um computador e um bom sinal de internet já resolvem o básico. Mas algumas coisas ajudam muito a aumentar a produtividade no home office. Na parte “home”, uma máquina lava e seca agiliza o trabalho doméstico. A lava-louças idem. E uma cafeteira com cápsulas é ótima para reuniões. No “office”, uma cadeira profissional salva a coluna. Um fone de ouvidos com anulador de ruídos ajuda a se concentrar. E uma internet ultra-rápida muda a vida.
5. Gastar menos é tão eficaz quanto ganhar mais. E dá bem menos trabalho
Controlar os gastos foi o que viabilizou o home office para mim. Subir a montanha é muito mais fácil quando a gente carrega uma mochila leve. Felizmente o home office já é econômico por natureza: não existe o gasto com aluguel de sala comercial e economiza-se com gasolina, energia elétrica, estacionamento e remédios para estresse. Mesmo assim, as contas vão chegar. Todos os meses. Por isso, é preciso estar sempre pensando em como cortar custos fixos e eliminar supérfluos. Só para dar um exemplo, uma das primeiras coisas que eu fiz no começo do home office foi vender o nosso segundo carro. E quer saber? Até hoje não fez falta.
6. Uma boa equipe de apoio faz a diferença
Demorou uns anos, mas consegui reunir uma equipe de apoio ágil, motivada e competente. Quando aparece um trabalho mais complexo, aciono minha rede de home officers e dividimos as tarefas. Outras atividades como contabilidade, faxina, registro de marcas e patentes, jardinagem, secretariado, eu terceirizo com fornecedores confiáveis. Assim, consigo focar no que sei fazer e deixo o resto para os especialistas. Outra coisa que aprendi é que fornecedores falham. Por isso é sempre bom ter na manga uma lista Plano B.
7. Home office não é uma unanimidade
Muita gente sempre apoiou o fato de eu trabalhar home office. Mas não é todo mundo que curte a ideia. Para alguns clientes, amigos e familiares, home office é sinônimo de assistir TV o dia todo de pijamas. Para me manter firme no propósito de trabalhar em casa, tive que me afastar de algumas pessoas e perder alguns clientes. E isso foi ótimo. Hoje em dia tenho certeza que todas as pessoas próximas torcem por mim e pelo sucesso da minha empresa home-based. Essa energia positiva é fundamental.
8. É fácil se perder na curva
No home office é assim: vacilou, trabalhou demais. Ou perdeu o prazo. Ou ficou fazendo três coisas ao mesmo tempo (mas nenhuma delas direito). É difícil manter uma rotina de trabalho em casa. Só para exemplificar, são 22h00 e eu ainda estou no escritório escrevendo este texto. Isso vindo de quem tem 12 anos de praia e quatro livros escritos sobre isso! Para resolver esse tipo de deslize disciplinar, adotei o sistema de blocos de trabalho super-focado (1 ou 2 horas trabalhando sem distrações ou interrupções), espalhados no decorrer do dia. A técnica dos blocos é bem produtiva, garante flexibilidade de horários e reduz o remorso de ter trabalhado demais ou a culpa de ter trabalhado de menos.
9. Pra não comer besteira, não tenha besteira em casa
Se tem salgadinho, chocolate e suco de caixa em casa, é isso o que a gente acaba comendo o dia todo. No meu caso, 9 kg mais tarde, resolvi mudar os petiscos para frutas cortadas, barrinhas de cereal e água do filtro. Não é a mesma coisa, eu sei. Mas funciona. No final de semana, o cardápio é liberado, porque ninguém é de ferro.
10. O melhor horário para fazer compras é no meio da manhã
Por que passear no shopping no sábado se você pode ir na terça à tarde? Ou viajar para a praia em janeiro, se você pode curtí-la em março? Por que sair de carro às 18h30 na hora do rush? O home office me apresentou o privilégio do contra-fluxo. Faz muito tempo que não enfrento filas, engarrafamentos e lugares entulhados de gente. E isso é bom. Isso é muito bom!
11. Sucesso = dinheiro + tempo livre
Ter um monte de dinheiro é ótimo. Mas se você só trabalha e não tem tempo – nem serenidade – para curtir os benefícios do capital, não faz sentido. Por outro lado, não adianta ter tempo de sobra e ficar olhando para as paredes, sem um trocado para fazer uma viagem com os filhos, curtir um jantar romântico, assistir um pacote decente de TV a cabo, que seja. Tem que saber equilibrar: trabalhar o suficiente para ter uma vida confortável, sem precisar sacrificar as horas de lazer.
12. Dominguite tem cura
Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz 12 anos que eu não tenho.
Por André Brik • Especialista em home office • Visite: www.gohome.com.br
Em 2003 eu vim trabalhar em casa. Comecei como freelancer, mais tarde abri uma agência de publicidade e hoje sou um fanático evangelizador do home office. Nestes anos todos aprendi muita coisa. Em livros e sites gringos. Em depoimentos de outros home officers. Mas principalmente vivendo na prática e testando o que funciona e o que não dá certo no escritório em casa. Estas são as 12 coisas mais importantes (ou pelo menos mais interessantes) que aprendi nestes 12 anos de home office.
1. Sobra tempo
Com menos interrupções, reuniões trânsito, o trabalho rende mais no home office. Muito mais. Consigo terminar em algumas horas o que levava um dia inteiro (e o início da noite) para fazer na agência onde eu trabalhava. Estas horas que sobram, uso para trabalhar mais (e ganhar mais dinheiro) ou para lazer. É tudo de bom.
2. Empreender é andar na montanha-russa. Então divirta-se!
As fases de trabalho intenso são estafantes. E quando a pauta de trabalhos está vazia é desesperador. Por mais que a gente se planeje, prospecte, feche contratos, estabeleça metas, um mês sempre vai ser diferente do outro. Alguns serão muito produtivos, outros nem tanto. Mas isso faz parte de empreender, seja em casa ou fora dela. A verdade é que a gente nunca se acostuma com os altos e baixos. Sempre vai ter um pouco de emoção, angústia, ansiedade, euforia, alegria, adrenalina. Relaxe e aproveite o passeio.
3. O home office é um paraíso. Mas saia dele de vez em quando
Acorda, toma café, trabalha, almoça, trabalha, janta, trabalha de novo e dorme. O dia todo sem sair de casa nem ver outra alma viva. Isso é um perigo. Isso enlouquece o cara. Isso faz muita gente desistir do home office. Por isso, é importante sair de casa pelo menos uma vez por dia. Tão importante que tem que colocar na agenda. Almoço com amigos, academia, passear com o cachorro, tomar um ar fresco. O home office é o paraíso. Mas mesmo o paraíso, sem ninguém para conversar, acaba virando um inferno.
4. Algumas “coisas” ajudam muito
A gente não precisa de muita coisa pra começar a trabalhar em casa. Um computador e um bom sinal de internet já resolvem o básico. Mas algumas coisas ajudam muito a aumentar a produtividade no home office. Na parte “home”, uma máquina lava e seca agiliza o trabalho doméstico. A lava-louças idem. E uma cafeteira com cápsulas é ótima para reuniões. No “office”, uma cadeira profissional salva a coluna. Um fone de ouvidos com anulador de ruídos ajuda a se concentrar. E uma internet ultra-rápida muda a vida.
5. Gastar menos é tão eficaz quanto ganhar mais. E dá bem menos trabalho
Controlar os gastos foi o que viabilizou o home office para mim. Subir a montanha é muito mais fácil quando a gente carrega uma mochila leve. Felizmente o home office já é econômico por natureza: não existe o gasto com aluguel de sala comercial e economiza-se com gasolina, energia elétrica, estacionamento e remédios para estresse. Mesmo assim, as contas vão chegar. Todos os meses. Por isso, é preciso estar sempre pensando em como cortar custos fixos e eliminar supérfluos. Só para dar um exemplo, uma das primeiras coisas que eu fiz no começo do home office foi vender o nosso segundo carro. E quer saber? Até hoje não fez falta.
6. Uma boa equipe de apoio faz a diferença
Demorou uns anos, mas consegui reunir uma equipe de apoio ágil, motivada e competente. Quando aparece um trabalho mais complexo, aciono minha rede de home officers e dividimos as tarefas. Outras atividades como contabilidade, faxina, registro de marcas e patentes, jardinagem, secretariado, eu terceirizo com fornecedores confiáveis. Assim, consigo focar no que sei fazer e deixo o resto para os especialistas. Outra coisa que aprendi é que fornecedores falham. Por isso é sempre bom ter na manga uma lista Plano B.
7. Home office não é uma unanimidade
Muita gente sempre apoiou o fato de eu trabalhar home office. Mas não é todo mundo que curte a ideia. Para alguns clientes, amigos e familiares, home office é sinônimo de assistir TV o dia todo de pijamas. Para me manter firme no propósito de trabalhar em casa, tive que me afastar de algumas pessoas e perder alguns clientes. E isso foi ótimo. Hoje em dia tenho certeza que todas as pessoas próximas torcem por mim e pelo sucesso da minha empresa home-based. Essa energia positiva é fundamental.
8. É fácil se perder na curva
No home office é assim: vacilou, trabalhou demais. Ou perdeu o prazo. Ou ficou fazendo três coisas ao mesmo tempo (mas nenhuma delas direito). É difícil manter uma rotina de trabalho em casa. Só para exemplificar, são 22h00 e eu ainda estou no escritório escrevendo este texto. Isso vindo de quem tem 12 anos de praia e quatro livros escritos sobre isso! Para resolver esse tipo de deslize disciplinar, adotei o sistema de blocos de trabalho super-focado (1 ou 2 horas trabalhando sem distrações ou interrupções), espalhados no decorrer do dia. A técnica dos blocos é bem produtiva, garante flexibilidade de horários e reduz o remorso de ter trabalhado demais ou a culpa de ter trabalhado de menos.
9. Pra não comer besteira, não tenha besteira em casa
Se tem salgadinho, chocolate e suco de caixa em casa, é isso o que a gente acaba comendo o dia todo. No meu caso, 9 kg mais tarde, resolvi mudar os petiscos para frutas cortadas, barrinhas de cereal e água do filtro. Não é a mesma coisa, eu sei. Mas funciona. No final de semana, o cardápio é liberado, porque ninguém é de ferro.
10. O melhor horário para fazer compras é no meio da manhã
Por que passear no shopping no sábado se você pode ir na terça à tarde? Ou viajar para a praia em janeiro, se você pode curtí-la em março? Por que sair de carro às 18h30 na hora do rush? O home office me apresentou o privilégio do contra-fluxo. Faz muito tempo que não enfrento filas, engarrafamentos e lugares entulhados de gente. E isso é bom. Isso é muito bom!
11. Sucesso = dinheiro + tempo livre
Ter um monte de dinheiro é ótimo. Mas se você só trabalha e não tem tempo – nem serenidade – para curtir os benefícios do capital, não faz sentido. Por outro lado, não adianta ter tempo de sobra e ficar olhando para as paredes, sem um trocado para fazer uma viagem com os filhos, curtir um jantar romântico, assistir um pacote decente de TV a cabo, que seja. Tem que saber equilibrar: trabalhar o suficiente para ter uma vida confortável, sem precisar sacrificar as horas de lazer.
12. Dominguite tem cura
Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz 12 anos que eu não tenho.
Por André Brik • Especialista em home office • Visite: www.gohome.com.br
sexta-feira, 19 de junho de 2015
COWORKING: TRABALHE ONDE, QUANDO E COMO QUISER
"Ser trabalhador independente exige que tenhamos o nosso espaço. No sofá lá de casa, no café, na biblioteca ou num espaço público, podemos desenvolver a nossa atividade profissional. Contudo, a produtividade poderá ficar comprometida face a este tipo de ambientes.
Como recuperá-la? Através do Coworking."
O Coworking assume-se como uma nova tendência do padrão de trabalho e da economia atual. Um “modus operandi” diferenciador. A ideia surgiu de Brad Neuberg, que o caracteriza como “o acto de trabalhar junto.” Segundo o Facts Coworking, esta ideia permite “partilhar recursos e ferramentas de diferentes formas. Num espaço de Coworking é possível juntar profissionais talentosos das mais diversas áreas num mesmo local, o que potencia a criação de relações profissionais. Outras vantagens do coworking para o negócio passam por poupar em rendas ou investimento imobiliário (e restantes despesas de manutenção associadas), por poder receber os clientes num espaço profissional e cortar a tendência de isolamento do escritório em casa.
É difícil aplicar o conceito de coworking para quem ainda não conhece. Isso é um problema, é claro. Mas é essa dificuldade que tem ajudado a desenrolar a prática. O networking e a troca de experiências colaboram com o surgimento de vários projetos, sejam eles em comum ou não. A cena e os adeptos agradecem!
Os brasileiros se descobriram mais empreendedores e estão buscando opções criativas e colaborativas de trabalho. O coworking se transformou, então, em um modelo vantajoso de negócio. Se existe a procura, por que não se especializar e oferecer o insumo? Bom para os donos dos escritórios, melhor ainda para quem deseja se adaptar à prática.
E é por causa desse instinto empreendedor tão em alta no momento que os escritórios compartilhados têm investido em iniciativas para seus coworkers como eventos, workshops, e até parcerias com instituições como Senac e Sebrae. Uma ótima maneira para impulsionar desejos de empreendedorismo, sobretudo, em um país onde o caminho jurídico é um pouco complexo.
O coworking é uma prática flexível e isso tem criado oportunidades para o surgimento de diversos nichos, cada um deles destinado a um perfil de profissional. Esses nichos são fundamentais para que o coworking seja visto como uma solução adequada a qualquer situação. Temos espaços voltados à iniciativas sociais, à sustentabilidade e até projetos sem fins lucrativos, onde todos os coworkers participam da manutenção do espaço. A pergunta que se coloca, hoje, não é mais onde você vai trabalhar mas, sim, com quem.
O coworking está na mira de grandes empresas. Algumas equipes de trabalho de grandes corporações já se deslocaram para escritórios compartilhados. O objetivo nada mais é do que descobrir novas tendências em um ambiente inovador, aliado à redução de custos em projetos de curta duração.
Depois de conhecer um pouquinho mais sobre esse cenário bastante promissor aqui no Brasil, visite os espaços compartilhados do Your Office Business Centers. Saiba como as pessoas estão trabalhando e gerando negócios num ambiente inovador e inspirador, cheio de pessoas legais!
Agende uma visita no Your Office 0800 11 6065 comercial@youroffice.com.br
Como recuperá-la? Através do Coworking."
O Coworking assume-se como uma nova tendência do padrão de trabalho e da economia atual. Um “modus operandi” diferenciador. A ideia surgiu de Brad Neuberg, que o caracteriza como “o acto de trabalhar junto.” Segundo o Facts Coworking, esta ideia permite “partilhar recursos e ferramentas de diferentes formas. Num espaço de Coworking é possível juntar profissionais talentosos das mais diversas áreas num mesmo local, o que potencia a criação de relações profissionais. Outras vantagens do coworking para o negócio passam por poupar em rendas ou investimento imobiliário (e restantes despesas de manutenção associadas), por poder receber os clientes num espaço profissional e cortar a tendência de isolamento do escritório em casa.
É difícil aplicar o conceito de coworking para quem ainda não conhece. Isso é um problema, é claro. Mas é essa dificuldade que tem ajudado a desenrolar a prática. O networking e a troca de experiências colaboram com o surgimento de vários projetos, sejam eles em comum ou não. A cena e os adeptos agradecem!
Os brasileiros se descobriram mais empreendedores e estão buscando opções criativas e colaborativas de trabalho. O coworking se transformou, então, em um modelo vantajoso de negócio. Se existe a procura, por que não se especializar e oferecer o insumo? Bom para os donos dos escritórios, melhor ainda para quem deseja se adaptar à prática.
E é por causa desse instinto empreendedor tão em alta no momento que os escritórios compartilhados têm investido em iniciativas para seus coworkers como eventos, workshops, e até parcerias com instituições como Senac e Sebrae. Uma ótima maneira para impulsionar desejos de empreendedorismo, sobretudo, em um país onde o caminho jurídico é um pouco complexo.
O coworking é uma prática flexível e isso tem criado oportunidades para o surgimento de diversos nichos, cada um deles destinado a um perfil de profissional. Esses nichos são fundamentais para que o coworking seja visto como uma solução adequada a qualquer situação. Temos espaços voltados à iniciativas sociais, à sustentabilidade e até projetos sem fins lucrativos, onde todos os coworkers participam da manutenção do espaço. A pergunta que se coloca, hoje, não é mais onde você vai trabalhar mas, sim, com quem.
O coworking está na mira de grandes empresas. Algumas equipes de trabalho de grandes corporações já se deslocaram para escritórios compartilhados. O objetivo nada mais é do que descobrir novas tendências em um ambiente inovador, aliado à redução de custos em projetos de curta duração.
Depois de conhecer um pouquinho mais sobre esse cenário bastante promissor aqui no Brasil, visite os espaços compartilhados do Your Office Business Centers. Saiba como as pessoas estão trabalhando e gerando negócios num ambiente inovador e inspirador, cheio de pessoas legais!
Agende uma visita no Your Office 0800 11 6065 comercial@youroffice.com.br
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