quinta-feira, 16 de julho de 2015

12 COISAS QUE O HOME OFFICE ENSINA

"O empreendedor que trabalha em casa tem mais tempo livre, mas precisa se programar para fazer as tarefas no prazo."


























Em 2003 eu vim trabalhar em casa. Comecei como freelancer, mais tarde abri uma agência de publicidade e hoje sou um fanático evangelizador do home office. Nestes anos todos aprendi muita coisa. Em livros e sites gringos. Em depoimentos de outros home officers. Mas principalmente vivendo na prática e testando o que funciona e o que não dá certo no escritório em casa. Estas são as 12 coisas mais importantes (ou pelo menos mais interessantes) que aprendi nestes 12 anos de home office.

1. Sobra tempo
Com menos interrupções, reuniões trânsito, o trabalho rende mais no home office. Muito mais. Consigo terminar em algumas horas o que levava um dia inteiro (e o início da noite) para fazer na agência onde eu trabalhava. Estas horas que sobram, uso para trabalhar mais (e ganhar mais dinheiro) ou para lazer. É tudo de bom.

2. Empreender é andar na montanha-russa. Então divirta-se!
As fases de trabalho intenso são estafantes. E quando a pauta de trabalhos está vazia é desesperador. Por mais que a gente se planeje, prospecte, feche contratos, estabeleça metas, um mês sempre vai ser diferente do outro. Alguns serão muito produtivos, outros nem tanto. Mas isso faz parte de empreender, seja em casa ou fora dela. A verdade é que a gente nunca se acostuma com os altos e baixos. Sempre vai ter um pouco de emoção, angústia, ansiedade, euforia, alegria, adrenalina. Relaxe e aproveite o passeio.

3. O home office é um paraíso. Mas saia dele de vez em quando
Acorda, toma café, trabalha, almoça, trabalha, janta, trabalha de novo e dorme. O dia todo sem sair de casa nem ver outra alma viva. Isso é um perigo. Isso enlouquece o cara. Isso faz muita gente desistir do home office. Por isso, é importante sair de casa pelo menos uma vez por dia. Tão importante que tem que colocar na agenda. Almoço com amigos, academia, passear com o cachorro, tomar um ar fresco. O home office é o paraíso. Mas mesmo o paraíso, sem ninguém para conversar, acaba virando um inferno.

4. Algumas “coisas” ajudam muito
A gente não precisa de muita coisa pra começar a trabalhar em casa. Um computador e um bom sinal de internet já resolvem o básico. Mas algumas coisas ajudam muito a aumentar a produtividade no home office. Na parte “home”, uma máquina lava e seca agiliza o trabalho doméstico. A lava-louças idem. E uma cafeteira com cápsulas é ótima para reuniões. No “office”, uma cadeira profissional salva a coluna. Um fone de ouvidos com anulador de ruídos ajuda a se concentrar. E uma internet ultra-rápida muda a vida.

5. Gastar menos é tão eficaz quanto ganhar mais. E dá bem menos trabalho
Controlar os gastos foi o que viabilizou o home office para mim. Subir a montanha é muito mais fácil quando a gente carrega uma mochila leve. Felizmente o home office já é econômico por natureza: não existe o gasto com aluguel de sala comercial e economiza-se com gasolina, energia elétrica, estacionamento e remédios para estresse. Mesmo assim, as contas vão chegar. Todos os meses. Por isso, é preciso estar sempre pensando em como cortar custos fixos e eliminar supérfluos. Só para dar um exemplo, uma das primeiras coisas que eu fiz no começo do home office foi vender o nosso segundo carro. E quer saber? Até hoje não fez falta.

6. Uma boa equipe de apoio faz a diferença
Demorou uns anos, mas consegui reunir uma equipe de apoio ágil, motivada e competente. Quando aparece um trabalho mais complexo, aciono minha rede de home officers e dividimos as tarefas. Outras atividades como contabilidade, faxina, registro de marcas e patentes, jardinagem, secretariado, eu terceirizo com fornecedores confiáveis. Assim, consigo focar no que sei fazer e deixo o resto para os especialistas. Outra coisa que aprendi é que fornecedores falham. Por isso é sempre bom ter na manga uma lista Plano B.

7. Home office não é uma unanimidade
Muita gente sempre apoiou o fato de eu trabalhar home office. Mas não é todo mundo que curte a ideia. Para alguns clientes, amigos e familiares, home office é sinônimo de assistir TV o dia todo de pijamas. Para me manter firme no propósito de trabalhar em casa, tive que me afastar de algumas pessoas e perder alguns clientes. E isso foi ótimo. Hoje em dia tenho certeza que todas as pessoas próximas torcem por mim e pelo sucesso da minha empresa home-based. Essa energia positiva é fundamental.

8. É fácil se perder na curva
No home office é assim: vacilou, trabalhou demais. Ou perdeu o prazo. Ou ficou fazendo três coisas ao mesmo tempo (mas nenhuma delas direito). É difícil manter uma rotina de trabalho em casa. Só para exemplificar, são 22h00 e eu ainda estou no escritório escrevendo este texto. Isso vindo de quem tem 12 anos de praia e quatro livros escritos sobre isso! Para resolver esse tipo de deslize disciplinar, adotei o sistema de blocos de trabalho super-focado (1 ou 2 horas trabalhando sem distrações ou interrupções), espalhados no decorrer do dia. A técnica dos blocos é bem produtiva, garante flexibilidade de horários e reduz o remorso de ter trabalhado demais ou a culpa de ter trabalhado de menos.

9. Pra não comer besteira, não tenha besteira em casa
Se tem salgadinho, chocolate e suco de caixa em casa, é isso o que a gente acaba comendo o dia todo. No meu caso, 9 kg mais tarde, resolvi mudar os petiscos para frutas cortadas, barrinhas de cereal e água do filtro. Não é a mesma coisa, eu sei. Mas funciona. No final de semana, o cardápio é liberado, porque ninguém é de ferro.

10. O melhor horário para fazer compras é no meio da manhã
Por que passear no shopping no sábado se você pode ir na terça à tarde? Ou viajar para a praia em janeiro, se você pode curtí-la em março? Por que sair de carro às 18h30 na hora do rush? O home office me apresentou o privilégio do contra-fluxo. Faz muito tempo que não enfrento filas, engarrafamentos e lugares entulhados de gente. E isso é bom. Isso é muito bom!

11. Sucesso = dinheiro + tempo livre
Ter um monte de dinheiro é ótimo. Mas se você só trabalha e não tem tempo – nem serenidade – para curtir os benefícios do capital, não faz sentido. Por outro lado, não adianta ter tempo de sobra e ficar olhando para as paredes, sem um trocado para fazer uma viagem com os filhos, curtir um jantar romântico, assistir um pacote decente de TV a cabo, que seja. Tem que saber equilibrar: trabalhar o suficiente para ter uma vida confortável, sem precisar sacrificar as horas de lazer.

12. Dominguite tem cura
Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz 12 anos que eu não tenho.

Por André Brik • Especialista em home office • Visite: www.gohome.com.br

sexta-feira, 19 de junho de 2015

COWORKING: TRABALHE ONDE, QUANDO E COMO QUISER

"Ser trabalhador independente exige que tenhamos o nosso espaço. No sofá lá de casa, no café, na biblioteca ou num espaço público, podemos desenvolver a nossa atividade profissional. Contudo, a produtividade poderá ficar comprometida face a este tipo de ambientes. 
Como recuperá-la? Através do Coworking."



























O Coworking assume-se como uma nova tendência do padrão de trabalho e da economia atual. Um “modus operandi” diferenciador. A ideia surgiu de Brad Neuberg, que o caracteriza como “o acto de trabalhar junto.” Segundo o Facts Coworking, esta ideia permite “partilhar recursos e ferramentas de diferentes formas. Num espaço de Coworking é possível juntar profissionais talentosos das mais diversas áreas num mesmo local, o que potencia a criação de relações profissionais. Outras vantagens do coworking para o negócio passam por poupar em rendas ou investimento imobiliário (e restantes despesas de manutenção associadas), por poder receber os clientes num espaço profissional e cortar a tendência de isolamento do escritório em casa.

É difícil aplicar o conceito de coworking para quem ainda não conhece. Isso é um problema, é claro. Mas é essa dificuldade que tem ajudado a desenrolar a prática.  O networking e a troca de experiências colaboram com o surgimento de vários projetos, sejam eles em comum ou não. A  cena e os adeptos agradecem!

Os brasileiros se descobriram mais empreendedores e estão buscando opções criativas e colaborativas de trabalho. O coworking se transformou, então, em um modelo vantajoso de negócio. Se existe a procura, por que não se especializar e oferecer o insumo? Bom para os donos dos escritórios, melhor ainda para quem deseja se adaptar à prática.

E é por causa desse instinto empreendedor tão em alta no momento que os escritórios compartilhados têm investido em iniciativas para seus coworkers como eventos, workshops, e até parcerias com instituições como Senac e Sebrae. Uma ótima maneira para impulsionar desejos de empreendedorismo, sobretudo, em um país onde o caminho jurídico é um pouco complexo.

O coworking é uma prática flexível e isso tem criado oportunidades para o surgimento de diversos nichos, cada um deles destinado a um perfil de profissional. Esses nichos são fundamentais para que o coworking seja visto como uma solução adequada a qualquer situação. Temos espaços voltados à iniciativas sociais, à sustentabilidade e até projetos sem fins lucrativos, onde todos os coworkers participam da manutenção do espaço. A pergunta que se coloca, hoje, não é mais onde você vai trabalhar mas, sim, com quem.

O coworking está na mira de grandes empresas. Algumas equipes de trabalho de grandes corporações já se deslocaram para escritórios compartilhados. O objetivo nada mais é do que descobrir novas tendências em um ambiente inovador, aliado à redução de custos em projetos de curta duração.

Depois de conhecer um pouquinho mais sobre esse cenário bastante promissor aqui no Brasil, visite os espaços compartilhados do Your Office Business Centers. Saiba como as pessoas estão trabalhando e gerando negócios num ambiente inovador e inspirador, cheio de pessoas legais!

Agende uma visita no Your Office 0800 11 6065 comercial@youroffice.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2015

ESCRITÓRIOS VIRTUAIS GERAM MAIS ECONOMIA E PRATICIDADE

"Modalidade é aposta dos empreendedores, que encontram uma estrutura pronta de serviço. Custos mais em conta atraem profissionais liberais e empresas de pequeno porte"




























Pense nessas possibilidades: enquanto o empreendedor trabalha remotamente, em outro endereço sua empresa está funcionando a pleno vapor, ou então, várias empresas funcionando em um mesmo espaço, trocando contatos, cooperando e dividindo despesas. Na verdade, esses espaços existem, e já começam a ganhar visibilidade e despontar como tendência no Brasil.

Os escritórios virtuais e co-workings, como são conhecidos, se concentram na Região Sudeste e estão a cada dia conquistando mais profissionais liberais e empresas de diferentes portes que desejam reduzir despesas e evitar burocracias na hora de montar um escritório. Os escritórios virtuais são serviços que oferecem linha telefônica exclusiva com atendimento bilíngue, endereço fiscal e comercial, e salas mobiliadas fixas ou para uso eventual, utilizadas para realizar reuniões, conference calls ou atendimento a clientes.

Cada vez mais clientes e fornecedores têm percebido as mudanças e a crescente adesão das empresas e de empreendedores a escritórios mais flexíveis e fluidos. As salas corporativas tradicionais não estão exatamente com os dias contados, mas a tendência no mundo dos negócios tem ido em direção a modelos de trabalho remoto, com uso de espaços convencionais apenas em situações pontuais. Em menos de 48 horas a empresa tem endereço próprio e acesso à estrutura física quando precisar.

Em meados do ano 2000, já com quase 40 associados, surgia a denominação Escritórios Virtuais. Em sua primeira década, o segmento passou a ser muito difundido, tendo sido reconhecido pelo governo por meio do IBGE e contemplado com uma denominação específica no CNAE que é o código nacional de atividades. O seguimento continuou se expandindo pelo Brasil,  e hoje estima-se que são aproximadamente 1.000 centros de negócios.

O empreendedor Arthur Vieira Martins, de 25 anos, descobriu a possibilidade de atuar no mercado através de um escritório virtual, durante uma pesquisa por alternativas ao aluguel de um escritório físico. A empresa de Martins oferece consultoria e assistência destinada a estrangeiros e nacionais em relação a imigração e emigração, um trabalho que, segundo ele, se adaptou bem ao escritório virtual.
“Decidimos pelo escritório virtual, pois possui requisitos básicos ao empreendedorismo e os serviços oferecidos substituem a necessidade de um escritório físico por um preço bem menor. No entanto, acredito que em negócios que dependam da apresentação e vendas não se adaptem tanto” afirma.

A partir de 2010, começou a surgir uma nova modalidade, denominada co-working, que consistia em grandes áreas que agrupavam em média 30 a 40 profissionais, compartilhando um mesmo espaço de trabalho.

“A filosofia desses novos espaços era de gerarem uma grande sinergia entre estes profissionais, uma vez que estes poderiam realizar negociações entre estes e até mesmo se cotizarem como parceiros para atenderem a uma demanda específica. Nos dias atuais é evidente que em um primeiro momento os empreendedores e ‘startups’ se adaptam muito bem a esse modelo” afirma Ernisio Martines Dias, presidente da Ancev.


Por: Ulisses Dávila 

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A INUSITADA CARACTERÍSTICA QUE 9 BILIONÁRIOS TÊM EM COMUM

"Eles acumularam fortunas sem terminar a faculdade"



























Toda criança – ou a maioria – ouve, desde cedo, que o caminho para o sucesso é o seguinte: estudar muito, ir à faculdade, estudar ainda mais, casar com uma pessoa legal, ter uma vida legal, trabalhar até se aposentar e, então, colher os frutos de tudo isso.

Será mesmo?

Pode até ser o caminho da maioria, mas esses nove bilionários do setor de tecnologia pularam uma etapa: concluir a faculdade.

Veja, este texto não é uma apologia ao “não estudar”, mas é fato que esta lista, compilada pela “Inc” traz nove empreendedores que acumularam não apenas milhões, mas bilhões de dólares no setor de tecnologia. E o que eles têm em comum? Todos largaram a faculdade antes de conquistar o diploma. Será que eles teriam feito ainda melhor se tivessem continuado os estudos? Impossível dizer.

Quer ver a lista?

1. Michael Dell, fundador da Dell
Fortuna: US$ 21,9 bilhões

Com apenas oito anos de idade, ele tentou fazer a prova de equivalência do ensino médio, mas seus pais o forçaram a seguir os estudos normalmente. Então, ele se aventurou em um negócio depois da escola quando tinha 14 anos e aí percebeu como era bom em consertar computadores. Ele até deu uma chance para a faculdade, mas largou o curso de medicina na Universidade do Texas para administrar, no seu quarto, um negócio de computadores que lhe rendia US$ 25 mil por mês.

2. Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos
Fortuna: US$ 4,5 bilhões

Elizabeth foi para Stanford cursar engenharia química. Foi lá que ela registrou sua primeira patente e a partir daí viajou para Cingapura para trabalhar no vírus da SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Só que aí ela deixou Stanford para correr atrás de seu sonho. Hoje ela reinventa o sistema de saúde americano, com sua tecnologia de exame de sangue revolucionária que resulta em diagnósticos a partir de uma só gota do líquido.

3. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook
Fortuna: US$ 33,3 bilhões

Por um lado, até foi bom Zuckerberg ter dado uma chance à faculdade. Foi em Harvard que ele conheceu Eduardo Saverin, Andrew McCollum, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, que o ajudaram a lançar a rede social mais famosa do mundo.

4. Steve Jobs, fundador da Apple
Fortuna: US$ 11 bilhões

O icônico fundador da Apple talvez seja a pessoa mais famosa a ter deixado a graduação. Ele abandonou o curso na Reed College, mas foi lá que ele teve a ideia de criar uma interface para computadores tão bonita quanto a caligrafia dos pôsteres do campus da faculdade.

5. Bill Gates, fundador da Microsoft
Fortuna: US$ 80,5 bilhões

Gates entrou em Harvard em 1973, mas deixou a escola dois anos depois. Enquanto esteve lá, dizia aos professores que queria ser milionário antes dos 30. Ele tornou-se bilionário aos 31.

6. Jack Dorsey, fundador do Twitter
Fortuna: US$ 2,3 bilhões

Dorsey entrou na Universidade de Ciência e Tecnologia do Missouri antes de pedir transferência para a New York University. Ele se interessava por programação desde a escola e acabou largando a faculdade antes de terminar o curso. Quando saiu, encontrou Biz Stone e Evan Williams. Stone foi executivo da primeira empresa de Williams e Dorsey, a Odeo, antes de se juntar a eles para fundar um site chamado Obvious, baseado em mensagens de até 140 caracteres. Parece o Twitter? Foi o que o Obvious virou.

7. Evan Williams, cofundador do Twitter
Fortuna: US$ 2,4 bilhões

Assim como Dorsey, Williams deixou a faculdade antes de terminar o curso. Na verdade, ele abandonou a Universidade de Nebraska-Lincoln um ano e meio após ingressar no campus. A Odeo era uma startup de sucesso, mas foi o Twitter que deixou a dupla bilionária.

8. Larry Ellison, fundador da Oracle
Fortuna: US$ 46 bilhões

Ellison deixou a Universidade de Illinois no segundo ano, após a morte de sua mãe adotiva. Ele acabou se mudando para a Califórnia e, após algumas tentativas malsucedidas, ele criou a Oracle com dois sócios em 1982.

9. Jan Koum, fundador do WhatsApp
Fortuna: US$ 6,8 bilhões

Koum abraçou o sonho americano. Depois de emigrar para os Estados Unidos com 16 anos junto com sua mãe, ele entrou para a Universidade de San Jose para cursar ciência da computação e matemática. Só que logo foi chamado para trabalhar no Yahoo e acabou abandonando a faculdade. Koum permaneceu no Yahoo por nove anos antes de criar o WhatsApp.


Fonte: revistapegn.globo.com

quarta-feira, 22 de abril de 2015

3 DICAS PARA VOCÊ APRENDER A NEGOCIAR MELHOR

"Estudar as propostas e conhecer a pessoa que está negociando com você são passos fundamentais para fechar negócio"



Saber negociar é um dos principais requisitos para ser um bom empreendedor. A princípio, essa estratégia de gestão parece simples, mas não é. Conseguir dialogar com clientes, fornecedores e funcionários e obter sucesso nessa comunicação exige um amplo conhecimento de gestão e dos produtos e serviços da empresa. De acordo com muitos especialistas, um negociador de sucesso é aquele profissional confiante, sem medo de errar, criativo, focado em seus objetivos, flexível a mudanças inesperadas e um excelente comunicador.

Esses tópicos podem assustar se você não possui todas essas características e não tem tempo necessário para adquirir essas qualidades – especialistas em negociação dizem que é preciso cerca de 800 horas de prática para adquiri-las. Para auxiliar o empreendedor em momentos de negociação, a revista Inc divulgou uma lista com três dicas essenciais.

1. Antes de começar a negociação
Para se preparar para uma reunião de negociação, o empreendedor deve conhecer todas as alternativas e descobrir quais são as melhores contrapropostas que podem ser apresentadas durante a reunião. Isso ajudará o negociante a determinar qual o preço máximo que aceitaria desembolsar ou o quanto aceitaria receber se o acordo entre as partes for alcançado. Além disso, é interessante conhecer os outros negociadores. Para isso é válido pesquisar matérias sobre a empresa negociante e sobre os seus adversários na mídia e nos sites corporativos. Conhecer normas legislativas que irão envolver a negociação é válido para evitar erros que no futuro podem causar problemas.

2. Conhecendo as propostas
No momento de abertura das propostas, é interessante fazer uma oferta agressiva antes dos concorrentes. Isso porque o preço inicial servirá como ponto de referência para os demais. Caso o empreendedor saiba a proposta do seu adversário, o ideal é fazer uma oferta que tenha um preço similar, porque eliminar rapidamente o seu concorrente pode prejudicar o desenrolar da negociação. Contudo, é válido lembrar que essa alternativa é arriscada caso você não tenha informações corretas sobre os demais concorrentes. Outra estratégia é conhecer aos poucos as preferências do empreendedor que presidirá a reunião. Para isso, levar mais de uma proposta de negociação é interessante, uma vez que, de acordo com as reações dos empreendedores, você poderá apresentar propostas diferentes.

3. Respondendo a uma oferta
Nem sempre você conseguirá ser o primeiro a fazer a oferta de negociação. Quando isso acontecer, fique atento às informações que pesquisou previamente e faça uma contra-oferta agressiva. Caso as suas propostas sejam muito diferentes da inicial, procure pensar em rápidas alternativas e busque amenizar o clima de tensão.


Fonte: revistapegn.globo.com